Por que Mais Médicos no Brasil? da política à formação.

Autores

  • Maria Fátima de Sousa Universidade de Brasília
  • Marcos da Silveira Franco Universidade de Brasília
  • Dais Gonçalves Rocha Universidade de Brasília
  • Natália Fernandes de Andrade Universidade de Brasília
  • Elizabeth Alves de Jesus Prado Universidade de Brasília
  • Ana Valéria Machado Mendonça Universidade de Brasília

DOI:

https://doi.org/10.18569/tempus.v9i4.1808

Palavras-chave:

Sistema Único de Saúde, Atenção Básica à Saúde, Recursos Humanos em Saúde.

Resumo

A partir de uma revisão e análise documental dos marcos legal e histórico do Sistema Único de Saúde, ao longo das últimas três décadas, são sinalizadas as principais diretrizes para a política de formação e educação permanente em saúde tendo como questão de estudo: Por que mais médicos no Brasil? O diagnóstico situacional da necessidade de médicos no Brasil é analisado em uma perspectiva comparada internacional. Para que o Programa Mais Médicos não seja, meramente, mais um estratégia pontual dentre outras iniciativas governamentais do período analisado, ao final, são apresentados alguns “caminhos” visando favorecer a sustentabilidade desta ação e contribuir para expandir e qualificar a atenção básica no Brasil.

Biografia do Autor

Maria Fátima de Sousa, Universidade de Brasília

Doutora em Ciências da Saúde (UnB). Professora do Programa de Pós Graduação em Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília (FS/UnB).

Marcos da Silveira Franco, Universidade de Brasília

Médico Sanitarista. Doutorando em Ciências da Saúde pela Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília.

Dais Gonçalves Rocha, Universidade de Brasília

Professora do Programa de Pós Graduação em Saúde Coletiva da FS/UnB.

Natália Fernandes de Andrade, Universidade de Brasília

Bacharel em Saúde Coletiva pela Faculdade de Ceilândia/UnB.

Elizabeth Alves de Jesus Prado, Universidade de Brasília

Mestranda em Saúde Coletiva pelo Programa de Pós Graduação em Saúde Coletiva da FS/UnB. Bacharel em Saúde Coletiva pela Faculdade de Ceilândia/UnB. Bolsista CNPq-Brasil.

Ana Valéria Machado Mendonça, Universidade de Brasília

Professora adjunta do Departamento de Saúde Coletiva, da Universidade de Brasília (UnB). Possui doutorado em Ciência da Informação pela UnB, mestrado em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, especialização em Administração da Comunicação Empresarial e graduação em Jornalismo e Relações Públicas. Atualmente é coordenadora do Centro de Tecnologias Educacionais Interativas em Saúde, da Faculdade de Ciências da Saúde (CENTEIAS/FS) e pesquisadora colaboradora do Núcleo de Estudos em Saúde Pública da UnB (NESP/CEAM/UnB), onde coordena a Unidade de Tecnologias da Informação e Comunicação em Saúde. Líder do Grupo de Estudos e Pesquisas em Informação em Comunicação em Saúde Coletiva (CNPq-Brasil). Foi consultora em projetos de inclusão digital para o Ministério das Comunicações. Tem experiência nas áreas das Ciências da Informação e da Comunicação com ênfase em Comunicação da Informação, atuando principalmente nos seguintes temas: informação e comunicação em saude, tecnologias da informação e comunicação em saúde, inclusão digital, alfabetização em informação e em comunicação, redes sociais e ensino a distância.

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Publicado

2015-12-31