Diagnóstico bucal precoce no SUS: análise individual, vigilância à saúde e trabalho em equipe como possibilidade (re)estruturante

Autores

  • Nilce Santos de Melo
  • Paulo Tadeu de Souza Figueiredo
  • André Ferreira Leite
  • Tiago Araújo Coelho de Souza
  • Edson Hilan Gomes de Lucena
  • Carlo Henrique Goretti Zanetti

DOI:

https://doi.org/10.18569/tempus.v5i3.1045

Resumo

O artigo se estrutura em dois estudos exploratórios sobre o exercício do diagnóstico clínico de lesões bucais no SUS. Os dados foram obtidos por meio de questionários, aplicados durante atividades de educação continuada. Aproximadamente 300 cirurgiões-dentistas que atuam na atenção básica responderam. Para a maioria (79,5%), há tempo, infraestrutura e intenção de realizar diagnóstico precoce. Por outro lado, os profissionais manifestaram dificuldades em realizar o exame clínico voltado para o câncer, por necessitarem de mais informações sobre a doença. Os resultados serviram de base para apresentar a interpretação auto-referida do cirurgião-dentista, no plano individual, bem como serviram de base para, a partir da revisão bibliográfica, apresentar a interpretação individual sob marcos conceituais da saúde comportamental (teoria do comportamento planejado), na perspectiva individual; e a interpretação da sociologia das profissões e das teorias de planejamento e programação para a promoção e vigilância em saúde, na perspectiva coletiva.

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Publicado

2011-12-15

Edição

Seção

ARTIGOS ORIGINAIS

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