Tempus – Actas de Saúde Coletiva //www.tempus.unb.br/index.php/tempus <p><strong>Tempus – Actas de Saúde Coletiva</strong></p> <p><strong>ISSN 1982-8829</strong></p> Núcleo de Estudos em Saúde Pública (NESP) pt-BR Tempus – Actas de Saúde Coletiva 1982-8829 <p>A <strong>Tempus</strong> garante critérios rigorosos, por meio de avaliação sistemática. Os autores se responsabilizam pela veracidade e ineditismo do trabalho cabendo a eles a cessão de direitos de publicação à revista. A confiabilidade dos conteúdos e a marca própria de apresentação tem como objetivo uma comunicação personalizada, adaptada aos padrões da revista, na medida em que adota critérios de excelência exigidos por seus usuários e especialistas, considerando os rigores da comunicação científica. Os autores devem especificar sua contribuição individual na concepção, delineamento, execução do trabalho, análise ou interpretação dos dados, redação e aprovação final do manuscrito. Incluir Fontes de financiamento e de apoio logístico das pesquisas. Ao final da submissão do artigo, os autores devem enviar uma declaração de cessão de direitos de publicação à Revista TEMPUS , assinada e no formato PDF (Portable Document Format ): <a href="http://nesp.unb.br/images/M_images/modeloderesponsabilidade.pdf" target="_blank" rel="noopener"> Modelo da declaração de cessão de direitos.</a></p> OFICINA DE QUALIFICAÇÃO PARA PROFISSIONAIS DO NÚCLEO AMPLIADO DE SAÚDE DA FAMÍLIA E ATENÇÃO BÁSICA //www.tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/3041 <p>O Núcleo ampliado de saúde da família e atenção básica (NASF-AB) tem como objetivo ampliar o escopo das ações e a capacidade resolutiva das equipes da Atenção primária à saúde (APS). Contudo, devido à complexidade do processo de trabalho e a características da formação, os profissionais, geralmente, apresentam dificuldades na utilização das ferramentas de trabalho. Sendo assim, a realização de capacitações é indispensável para fortalecer o campo de atuação das equipes NASF-AB. O objetivo deste trabalho consiste em apresentar uma oficina de qualificação realizada com profissionais do núcleo ampliado de família e atenção básica (NASF-AB) em um município no agreste de Pernambuco. Trata-se de um estudo descritivo do tipo relato de experiência. Para a escolha da temática a ser abordada foi realizado um processo de avaliação, que englobou a autoavaliação das equipes e a avaliação da gestão/residentes. A oficina de qualificação abordou as ferramentas e o processo de trabalho do NASF-AB, possibilitando a identificação de aspectos que necessitam ser trabalhados e fortalecidos entre as equipes e a gestão. Dessa forma, a oficina de qualificação proporcionou o compartilhamento de experiências e a identificação de aspectos que necessitam ser trabalhados e fortalecidos entre as equipes e a gestão. Nessa conjuntura, conclui-se que a realização de oficinas e qualificações para estes profissionais faz-se indispensável para o fortalecimento da APS e do vínculo entre as equipes e os gestores, bem como para a qualificação do serviço prestado.</p> Jessica de Oliveira Campos Adriana Maria da Silva Idaene Socorro da Silva Alexiane Priscila da Silva Delton Manoel dos Santos Silva Thayna Karoline Sousa Silva Josefa Valéria Eneias Leite de Sousa Cáio Dantas Ribeiro Copyright (c) 14 3 OVERVIEW OF HOSPITALIZATIONS AND DEATHS BY COVID-19 IN SOUTHERN BRAZIL //www.tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/3030 <p>O presente estudo tem por objetivo analisar a tendência das hospitalizações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) entre os anos de 2013 e 2021 e caracterizar as hospitalizações e óbitos no Sul do Brasil. Trata-se de um estudo transversal e descritivo, que utilizou dados públicos obtidos pelo DataSUS dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e que posteriormente foram sistematizados e tabulados com auxílio do <em>software</em> <em>Statistical Package for the Social Sciences</em> (SPSS), versão 22.0. Os resultados apontam que Rio Grande do Sul foi o estado que apresentou maior taxa de hospitalizações de SRAG por COVID-19 (85,4%), necessidade de uso de suporte ventilatório não invasivo (63,4%) e invasivo (23,2%), e maior número de óbitos (34,3%). Entretanto, o estado do Paraná apresentou maiores índices de internações em UTI (32,5%).&nbsp; Relativo ao tempo médio (em dias) de internação, o estado do Rio Grande do Sul apresentou números maiores (9,93±8,44). É possível concluir que a pandemia evidenciou ainda mais as fragilidades da rede hospitalar decorrentes dos modelos de gestão e do subfinanciamento presente no sistema público de saúde, fornecendo informações relevantes sobre a evolução e desfecho dos casos graves de COVID-19.</p> Lisiane Tuon Vanessa Iribarrem Avena Miranda Rafael Zaneripe de Souza Nunes Ednara Savio Caetano Andriele Vieira Tamara Belletini Munari Vanessa Pereira Corrêa Cristiane Damiani Tomasi Copyright (c) 14 3 Acompanhamento dos doentes crônicos na Atenção Primária à Saúde: //www.tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/3040 <p><strong>Introdução</strong>: O novo coronavírus foi identificado em dezembro de 2019, um vírus altamente contagioso que se espalhou rapidamente pelo mundo, sendo que em março de 2020 foi declarada a pandemia pela Organização Mundial de Saúde. No Brasil, no ano de 2020, contabilizava-se 210.147.125 habitantes, neste mesmo período foram confirmados 7.675.973 casos da doença e 194.949 óbitos. <strong>Objetivo: </strong>Conhecer as dificuldades que os profissionais de saúde da Atenção Primária à Saúde enfrentam no acompanhamento dos pacientes com doença crônica durante a pandemia do COVID-19. <strong>Método: </strong>Trata-se de um estudo com abordagem qualitativa, do tipo exploratório-descritivo, através de entrevista semiestruturada, com 28 profissionais de saúde de cinco Unidades Básicas de Saúde de um município de Santa Catarina, Brasil, o período de coleta foi em julho de 2021, e a análise de dados foi através da Análise de Conteúdo de Bardin. <strong>Resultados:</strong> A partir da análise emergiram três categorias: “O cenário pré-pandemia”, “O impacto do enfrentamento ao COVID-19”, “A adaptação às novas rotinas”<strong> Conclusão:</strong> Durante a pandemia as Unidades Básicas de Saúde reorganizaram seus serviços de modo a atenderem prioritariamente os pacientes com sintomas de COVID-19. Evidenciou-se no estudo, a falta de acompanhamento das pessoas com condições crônicas neste período e a habilidade das equipes em adaptar-se em um momento tão difícil. <strong>Descritores:</strong> Atenção Primária à Saúde, Doença Crônica, Hipertensão, Diabetes Mellitus, Infecções por Coronavirus, COVID-19.</p> Suelen Damin Pacheco Quéli Raupp Trajano Vanessa Martinhago Borges Fernandes Ilse Lisiane Viertel Vieira Copyright (c) 14 3 CRISE NÃO EPILÉPTICA: EVENTOS PAROXÍSTICOS DE ORIGEM PSICOGÊNICA //www.tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/3039 <p>Este artigo aborda a crise não epiléptica em eventos paroxísticos de origem psicogênica. Nele, discute-se as dificuldades que os profissionais da saúde, responsáveis pelo diagnóstico, possuem ao lidar com indivíduos que apresentam sinais e sintomas epilépticos, mas que por sua vez, não tem relação com a epilepsia. Nesse contexto, o objetivo geral é investigar como se dá o processo de diagnóstico da Crise Psicogênica não Epiléptica (CPNE). Para isso, o procedimento metodológico reportou-se ao uso da pesquisa bibliográfica por meio da coleta de dados de artigos publicados que abrangessem e retratassem a temática direcionada à prática clínica, assim, foram analisadas publicações acadêmicas, selecionadas as de interesse, e por meio da observação foram analisados os dados com intuito de reunir o conhecimento produzido sobre o tema. Após a pesquisa, concluio-se que é necessário que equipes de saúde tenham conhecimento a respeito das características, diagnóstico e tratamento de uma CPNE, para que diante de qualquer ocorrência aparente, busque-se investigar em detalhes o histórico de vida do indivíduo e que esse seja encaminhado para a realização do vídeo-eletroencefalograma, a fim de descartar ou confirmar de maneira correta a investigação e oferecer um tratamento resolutivo.</p> Gabriela Gamba da Silva Andreia Cristina Pontarolo Lidoino Copyright (c) 14 3