//www.tempus.unb.br/index.php/tempus/issue/feed Tempus Actas de Saúde Coletiva 2021-01-06T14:21:26+00:00 Profa. Dra. Ana Valéria Machado Mendonça (Editora Executiva) valeriamendonca@gmail.com Open Journal Systems As Diretrizes de Avaliação da TEMPUS consideram inicialmente o foco da revista (com destaque para epidemiologia; saúde e sua discussão nas ciências sociais e humanas; educação e promoção da saúde; Bioética, tecnologia da informação em saúde, comunicação c //www.tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/2843 Sala de situação em saúde como estratégia de vigilância local da COVID-19: relato de experiência no oeste baiano 2021-01-06T14:21:26+00:00 Laylla Mirella Galvao Azevêdo Azevêdo lay.mga@hotmail.com Carla Cristina Santos Ribeiro carlinhacsr@hotmail.com Islane Leopoldina dos Santos Silva islane.s4494@ufob.edu.br Yasmim de Santana Andrade yasmim1272@gmail.com Andrey Santos de Jesus andreysdej@gmail.com Izamara dos Reis Santos izamarasantos1501@gmail.com Ítalo Ricardo Santos Aleluia italo.aleluia@ufob.edu.br Márcia Regina de Oliveira Pedroso marcypedroso@gmail.com Bruno Klecius Andrade Teles bruno.teles@ufob.edu.br Maria Lidiany Tributino de Sousa maria.sousa@ufob.edu.br <p>A velocidade de expansão dos casos confirmados de COVID-19 exige a organização de estratégias de vigilância local para planejar ações de enfrentamento. Trata-se de relato de experiência do PET-Saúde Interprofissionalidade da Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB), na elaboração de Sala de Situação em Saúde (SDSS) da COVID-19 com quatro Equipes de Saúde da Família (EqSF) parceiras do programa em município de referência macrorregional do oeste baiano. A SDSS foi construída de forma remota, precedida de discussão coletiva referente ao seu conceito, aplicações, condicionantes histórico-político-institucional, qualidade dos registros e dados em saúde, dimensões para implantar uma SDSS e seus desafios. Em sequência, foram coletadas informações dos usuários presentes nas fichas de notificação dos casos suspeitos e confirmados de COVID-19 das EqSF, registrados no período entre março e agosto de 2020, possibilitando a construção do banco de dados com apoio dos profissionais e gerentes das EqSF por meio de formulário eletrônico. Os dados foram apresentados e debatidos com diferentes atores da Universidade, da gestão e da assistência, em análise comparativa dos quatros territórios adscritos. Destacaram-se como desafios as fragilidades no registro das informações pelas EqSF nas fichas de notificação e o grande volume de informações a serem transferidas do formato manual para o banco de dados eletrônico. A SDSS teve como potencialidades a troca coletiva de saberes e vivências, o reconhecimento dos nós críticos do processo de trabalho e das necessidades de reorganização das ações, revelando-se como potente estratégia de vigilância, planejamento e gestão da situação local da COVID-19.</p> Copyright (c) //www.tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/2840 População em Situação de Rua: Saúde e Territórios vivenciais. 2020-12-23T00:37:30+00:00 Beatriz Silva Martins Biasilvabsb47@gmail.com <p>A população em situação de rua vem crescendo de forma avassaladora, principalmente nos centros urbanos, tornando-se um importante fenômeno social e humano. <strong>Objetivo:</strong> apreender a percepção e / ou compreensão da população em situação de rua sobre saúde no território vivencial, localizado na rodoviária de Brasília, DF e entornos. <strong>Método: </strong>pesquisa - ação - participante, que tem como base a ideia de uma relação viva e dialética entre pesquisa e ação por meio de encontros com pessoas que estão em situação de rua no território da rodoviária. Utilizou-se amostra acidental ou de conveniência e um roteiro com perguntas abertas: “O que é saúde para você?” e “Como você cuida da sua saúde?”.<strong> Resultados:</strong> coletadas 70 percepções que foram agrupadas em categorias analíticas relacionadas aos determinantes sociais de saúde: trabalho, renda, moradia, alimentação, segurança e sobre formas do cuidar da saúde. <strong>Considerações finais:</strong> a população em situação de rua tem a representação da saúde como valor social do cidadão determinada e <a href="#_ftn1" name="_ftnref1"><sup>[1]</sup></a>condicionada pelas condições socioeconômicas, ambientais, do cuidar-se, da auto-imagem e do viver. É imperativo que as políticas públicas sejam materializadas no território dessas pessoas, buscando a garantia do direito à saúde e ao viver.</p> <p><strong>Descritores:</strong> População em Situação de Rua; Saúde.</p> <p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1"></a></p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> <p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1"></a>&nbsp;</p> Copyright (c) //www.tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/2839 jkljk 2020-12-16T20:08:26+00:00 aaaaaaa1 aaaaaaa1 aaaaaaa1@aaaaaaa1.com Copyright (c) //www.tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/2838 SOBRE LIDERAR UM GRUPO DE PESQUISA NO ENSINO SUPERIOR 2020-12-14T19:58:41+00:00 Sara Taciana Firmino Bezerra saratfb@yahoo.com.br Diana Paula de Souza Rêgo Pinto Carvalho diana-rego@hotmail.com Rodrigo Jácob Moreira Freitas rojmflegal@hotmail.com Kalyane Kelly Duarte de Oliveira kenfoliveira@gmail.com <p><strong>Objetivo</strong>: descrever as atividades de liderança do Grupo de Pesquisa Conhecimento, Enfermagem e Saúde das Populações no biênio 2018/2019. <strong>Método</strong>: Trata-se de um relato de experiência baseado nos registros de atas do grupo. <strong>Resultados</strong>: O grupo foi criado há sete anos, e desde então, desenvolve atividades para impulsionar a ciência e tecnologia na região do semiárido nordestino. Com reuniões mensais, vem realizando cursos e eventos para aprimoramento dos conhecimentos em enfermagem, o que traz benefícios para os alunos de graduação e em suas produções de Trabalhos de Conclusão de Curso, Projetos de iniciação científica, e outros. <strong>Considerações finais: </strong>É preciso encorajar a participação dos alunos de graduação e a criação de uma pós-graduação para que o grupo consolide e se firme na produção científica no cenário nacional.</p> Copyright (c)